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Salvador, Bahia

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POLICIA CIVIL Confiram artigo escrito pela investigadora Julia Débora, lotada na 6 ° COORPIN, Delegacia Territorial de Itabuna A homenagem deste dia do trabalhador ( 1 de Maio) me faz refletir sobre as profissões e a importância de todas elas na vida em sociedade. Agradeço aos professores, formadores de profissionais diversos, aos garis que mantém a limpeza e a higiene nos centros urbanos, aos médicos que salvam vidas, aos advogados que devem zelar pela justiça, aos juízes e promotes que devem promover a justiça, aos pedreiros que edificam nossos lares, de modo especial e particular a cada TRABALHADOR que desempenha suas atividades laborarias cooperando pelo bem social e recebendo, em contrapartida, seu salário p sustento próprio . Como INVESTIGADORA DA POLICIA CIVIL DA BAHIA, não posso deixar de agradecer  a Deus por ter me confiado , bem como, aos meus colegas de modo geral ( PF, PRF, PFF, GCM, CARCEREIROS, PM) a missão de exercer o ofício principal da responsabilidade  pela segurança pública. No tocante a função principal da *polícia civil* é prevenir, repreender e *investigar crimes*, enquanto a polícia militar é fazer o policiamento (patrulhamento) ostensivo e preservar a ordem pública. Necessariamente a ORDEM PÚBLICA se faz com a junção das instituições com atribuições definidas em lei, como traz o artigo 144 da Constituição Federal . § 4º Às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares. § 5º Às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil. *Logo, NECESSARIAMENTE precisamos trabalhar em conjunto, há uma subordinação ao Governo do Estado e como “forças” precisamos nos unir para alcançarmos o objetivo maior que a paz e o bem social .* CONTUDO, não podemos permitir que ações desastrosas , despreparadas e alucinadas sejam apuradas como “erros” não, não foi um SIMPLES ERRO, ceifaram a vida de um inocente, poderia ser um médico, professor, engenheiro, gari, colega de profissão de uma patente inferior ou um oficial da PM ou uma autoridade policial, como foi o caso. A HORA É DE RECONHECER O ERRO E PAGAR O PREÇO NECESSÁRIO; não se trata do preço justo, porque não há como medir a ação X a vida humana de um pessoa do bem, que nunca esteve em lado onoticiao, sempre atuando no combate a criminalidade, estamos falando de um Delegado de policia que nunca favoreceu o crime , nunca se envolveu ou fez parcerias com criminosos. A POLICIA MILITAR SERIA SAUDÁVEL RECONHECER SUA ATROCIDADE E DESPREPARO, ADOTAR MEDIDAS DIVERSAS E EFICAZES, DO QUE CRIAR VERSÕES ALHEIAS AO FATO, existe um policial civil que presenciou toda a ação criminosa e foi vítima da situação, bem como , a omissão de todos os presentes em NAO SOCORRER a vítima, aguardando a sua morte no local do crime . Que Deus dê sabedoria aos competentes delegados e sua equipe que estão à frente das investigações e que a VERDADE reine , por enquanto é PRECIPITADAMENTE IMATURO qualquer comentário relativo às investigações, que tenhamos a paciência em aguardar o desfecho final.
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