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O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC) vem através desta Nota de Esclarecimento informar a todos os seus filiados e a população baiana que tem acesso ao portal da entidade, diante das denúncias de plágio por parte da escrivã da Polícia Civil, Telma Lino. 
O SINDPOC vem esclarecer que Telma Lino, solicitou a Diretoria da entidade a publicação de artigos no site, a fim de divulgar seus trabalhos. A solicitação foi acatada pela diretoria, por entender que precisamos fortalecer os trabalhos intelectuais desenvolvidos pelos (as) policiais civis. 
O site do SINDPOC (www.sindpoc.org.br) é totalmente direcionado as pautas da categoria e matérias de cunho informativo/institucional, e cabe esclarecer que quando alguém da equipe de comunicação posta qualquer matéria, consta o nome do profissional/estagiário que compõe o setor, como forma de monitorar as postagens, salientado que é da plataforma o qual o site está hospedado. 
O artigo de Telma Lino foi publicado, conforme solicitado e ao clicar na matéria, contém todos os créditos e direitos autorais. O que esta sendo pela mesma considerado plágio, é apenas o controle administrativo da plataforma que nomeia quem foi o responsável pela publicação. 
O SINDPOC se mantém firme no propósito de ajudar e fomentar a criação intelectual de qualquer policial civil. Continuaremos ainda colaborando com a disseminação de conhecimento e elevação do ser humano nas diversas dimensões de autoconhecimento e equilíbrio. 
Nada que não seja positivo e bem intencionado permanece. Então, é obvio que a entidade sindical está tranquila e segura, pois as informações são verdadeiras.

COMPARTILHAMENTO:

Telma Lino, faço parte da Diretoria do Sindicato, fui retirada do Grupo do Whatsapp dos Diretores do Sindicato, por parte do Diretor Eustácio, que inclusive mudou de número de telefone, me impedindo de exercer o direito Democratico de participar da ultima reunião de segunda-feira e do qual só fui incluída na semana passada. Sr. Presidente, continuo tranquila, suas ações, suas atitudes, da Estagiária, do Diretor de Comunicação, o silêncio e anuência dos demais Diretores, tudo isso, está devidamente documentado, e não está mais em minhas mãos. Afinal de contas, o senhor nem sabe na verdade a que categoria eu pertenço, eu sei o que eu escrevo e assino e jamais poderia admitir que outra pessoa, como foi dito, recebesse o crédito por minha matéria, não sou subserviente. Quanto ao senhor, deve está se referindo a outra Telma Lino, que eu que já tenho 23 anos na Polícia Cívil, também quero ter o prazer de conhecer, essa IPC (,Investigadora de Polícia Civil), como não se trata de mim, não posso responder por ela sobre o assunto Plágio. Telma Lino, Escrivã de Polícia Civil.

Em: Quarta-feira, 06 de Jan de 2021 00:00

A falta de respeito, em plagiar as publicações alheias a qualquer custo, cujas razões e impactos são imensuravéis para quem escreve, têm contribuído para que esse tipo de problema esteja se tornando bastante freqüente nas revisões de textos adotadas por diversos orgãos, instituições e editoras, a que são submetidos os textos para análise e publicação, mas, o que não passava pela nossa cabeça, era que isso, fosse acontecer justamente, em uma entidade policial, que tem por obrigação,coibir esses tipos de práticas. Telma Lino, denúnciou, várias vezes, que a "estagiária" havia assinado o artigo, como se houvesse escrito o mesmo, mas, mesmo assim, vocês ignoraram, e trataram o fato como sem importância, só quem escreve, sabe o trabalho que dá para ver sua obra sendo assinada por outra pessoa. Só a denúncia, pública e a punição dos culpados, podem contribuir para que esse tipo de crime de plágio, seja visto como prejudicial para todos que escrevem textos e artigos de um modo geral, e assim se construam regras e punições mais severas, para quem se apropria do bem alheio. Um texto é como filho que você pari ou cria. #ApoioTotalATelmaLino

Em: Quarta-feira, 06 de Jan de 2021 00:00

A falta de respeito, em plagiar as publicações alheias a qualquer custo, cujas razões e impactos são imensuravéis para quem escreve, têm contribuído para que esse tipo de problema esteja se tornando bastante freqüente nas revisões de textos adotadas por diversos orgãos, instituições e editoras, a que são submetidos os textos para análise e publicação, mas, o que não passava pela nossa cabeça, era que isso, fosse acontecer justamente, em uma entidade policial, que tem por obrigação,coibir esses tipos de práticas. Telma Lino, denúnciou, várias vezes, que a "estagiária" havia assinado o artigo, como se houvesse escrito o mesmo, mas, mesmo assim, vocês ignoraram, e trataram o fato como sem importância, só quem escreve, sabe o trabalho que dá para ver sua obra sendo assinada por outra pessoa. Só a denúncia, pública e a punição dos culpados, podem contribuir para que esse tipo de crime de plágio, seja visto como prejudicial para todos que escrevem textos e artigos de um modo geral, e assim se construam regras e punições mais severas, para quem se apropria do bem alheio. Um texto é como filho que você pari ou cria. #ApoioTotalATelmaLino

Em: Quarta-feira, 06 de Jan de 2021 00:00

Se a estagiária se apropriou do texto da colega Telma e se passou como a autora do texto, a colega Telma deve ter suas razões. Precisa ser bem esclarecidos esse fato. Ipc irineu.

Em: Quinta-feira, 07 de Jan de 2021 00:00

Eu sou descendente direto de Mateus, a quem cobro o uso indevido dos seus pensamentos textuais? Ou será que vão dizer quem pariu Mateus que balance?

Em: Quinta-feira, 07 de Jan de 2021 00:00

Que me desculpe essa Colega, mas gostaria de vê-la com toda essa fúria pra não fazer o que compete ao 92! É onda viu...Deixe eu quieto!

Em: Quinta-feira, 07 de Jan de 2021 00:00

Escrivão quer ser dono de cartório, se nós investigadores baixar a cabeça fala com a gente como se fosse delegado! Por acaso esse tal texto ia revolucionar a PCBA em que mesmo? Nem li, mais pela briga deveria ser publicado numa revista científica internacional!

Em: Quinta-feira, 07 de Jan de 2021 00:00

É simples resolver esse problema! Eustácio devolve o texto e pronto! Não já publicou em outro site?! Tá parecendo aquele filme Mais um besteirol! Aff...ah não ser que seja a cura conta o covid-19...ai até eu vou entrar na briga! rsrssrs

Em: Quinta-feira, 07 de Jan de 2021 00:00

O mais engraçado disso tudo, é que cada dia que se passa vejo a categoria desunida e mais longe do que deveria ser o seu ideal de luta. Assim, só tenho a dizer que o reflexo da atuação da entidade que nos representa dependerá principalmente de como seus sindicalizados se posicionam e de suas atitudes!

Em: Quinta-feira, 07 de Jan de 2021 00:00

Copiar um texto sem dar os devidos créditos a autora é um crime contra a propriedade intelectual, previsto no Código Penal, isso que ocorreu é uma absurdo.

Em: Sexta-feira, 08 de Jan de 2021 00:00

Carolina Azevedo e Claudionor Gaspar, nós Escrivães, sabemos quais são as nossas funções e não queremos ser "donos de Cartório". IPC Edson Ramos, a questão não é "devolver o texto", porque o texto pertence a mim por direito, se minha posição não fosse justa, essa Nota de Esclarecimento, não teria sido escrita e reescrita tantas vezes e posta no site. A questão aqui é de identidade, porque como foi um simples texto como este, poderia ser uma monografia de algum Colega, e que caso, como disse o Sr. Presidente, a matéria não fosse "clicada", os créditos seriam dados a pessoa que "subiu a matéria", como continua ocorrendo até a presente data e isto é inadmissível, num país democrático e que respeita os direitos do cidadão. Lutar pelo meu nome, Telma Lino, se para vocês não significa nada. Para mim é uma questão de identidade e honra. E Sr. Presidente, na Nota de Esclarecimento passada, o senhor me identificou como IPC, mas eu sou Escrivã de Policia Civil, há 23 anos na Casa, com muito orgulho da profissão que exerço. Telma Lino.

Em: Quarta-feira, 13 de Jan de 2021 00:00

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