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Banco de Talentos: "O servidor precisa ter um perfil operacional, não pode se acomodar em um trabalho burocrático, não pode ser polícia de gabinete",
- Por Administrador
- 7 agosto 2019 12:05

Nossa homenageada desta quarta-feira (7), do quadro Banco de Talentos, é a escrivã Marielza Cavalcante de Macedo, lotada na Delegacia Territorial de Juazeiro, pertencente à 17ª COORPIN. Nossa servidora tem 21 anos de Polícia Civil, trabalhou na Delegacia Ambiental de Ilhéus e em algumas cidades do Extremo Sul baiano. Em 2011, ministrou a disciplina de " Prática Cartorária" e ficou responsável pelo estágio de uma turma.
A escrivã e outros servidores do município criaram a Associação dos Policiais Civis do Vale do São Francisco, há cerca de 10 anos, para lutar em defesa das demandas dos policiais civis da Região Norte. "Somos uma equipe! Somos um grupo! Depois, construímos parcerias com o SINDPOC e começamos a desenvolver trabalhos sociais junto à comunidade, tudo de forma coletiva, em conjunto", pontua Marielza Cavalcante.
A escrivão destaca a importância da Polícia Civil se aproximar da sociedade, através de projetos sociais que visem promover a inclusão e o bem estar das comunidades carentes. A Associação realiza diversos trabalhos durante o ano, como doação de alimentos à população pobre e campanhas de agasalhos, roupas, materiais de higiene e alimentos, que são doados a abrigos de idosos da região.

"Ao mesmo tempo que levamos alegria aos abrigos, devemos exercer também papel de vigilantes. Nós estamos buscando fazer um trabalho que seja voltado à comunidade, não temos um recorte específico de público-alvo. Quando percebemos algum problema, estamos lá para tentar ajudar", afirma.
Nossa servidora que faz a diferença ressalta que os policiais devem ser atuantes, precisam buscar o aperfeiçoamento e a qualificação profissional. "O servidor precisa ter um perfil operacional, não pode se acomodar em um trabalho burocrático, não pode ser polícia de gabinete", argumenta.
A escrivã salienta que não é uma tarefa fácil ser mãe, mulher e policial. "Tentamos ser boas profissionais e mãe ao mesmo tempo. Não podemos negar a presença do machismo na Polícia Civil! Infelizmente, ainda é muito forte! Acham que a gente não é capaz de executar algumas atribuições internas pelo simples fato de sermos mulheres", enfatiza a escrivã, que encontra-se em processo de conclusão da graduação em Direito.

Nosso talento da semana é mãe de um casal de adolescentes, está solteira e tem como principais hobbies dançar, frequentar grupos de amigos e praticar esportes como o muay thai.
ASCOM SINDPOC