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O Sindicato dos policiais civis lançou por meio de seus diretores jurídicos, o serviço "SINDPOC JURÍDICO 24 HORAS", com a finalidade de acompanhar e prestar assistência por tempo integral os casos envolvendo os filiados da entidade.
Iniciou a atuação com a Colega Investigadora Júlia Deborah Nunes, lotada na 6ª Coordenadoria de Itabuna, que foi denunciada por uma Delegada. A investigadora afirma que sofre perseguições da delegada por motivos de cunho pessoal. "Tive que me deslocar de Itabuna à Salvador por causa de um abuso de autoridade, uma implicância motivada por problemas pessoais", frisa Júlia Deborah.
Nesta terça-feira(29) a servidora precisou comparecer à Corregedoria da Polícia Civil, localizada na capital baiana, para apresentar a sua versão dos fatos. O Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, avisa que irá protocolar um ofício junto ao Delegado- Geral para solicitar que os servidores os quais estão envolvidos em possibilidade de uma abertura de sindicância administrativa, processos criminais e administrativos já abertos, possam ser ouvidos na unidade onde são lotados. "Os servidores são obrigados a fazerem o deslocamento e ainda não recebem nenhum tipo de ajuda de custo do Estado. Tem que bancar tudo do próprio bolso, transporte, alimentação e hospedagem", ressalta o sindicalista.
A servidora foi acompanhada na Corregedoria pelo Presidente e diretores do SINDPOC. " O jurídico do SINDPOC está à disposição 24 horas para acompanhar e dar assistência jurídica a todos casos judiciais que envolvem nossos sindicalizados. Inclusive, estamos estruturando o projeto "Emergência Jurídica do SINDPOC" o qual através de um número do Whatshapp, que será disponibilizado aos filiado, será realizado atendimento jurídico imediato para casos emergenciais", salienta o diretor jurídico, Eremar de Freitas.
ASCOM SINDPOC.

Departamento jurídico