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Campanha “Assédio Moral no Ambiente de Trabalho” inaugura ciclo de palestras do Movimento Juntos Somos + Fortes

O evento fez parte da campanha ” Assédio Não é Brincadeira! Denuncie!” lançada, nesta quarta-feira(4), em frente ao prédio da Polícia Civil

Entidades que compõem o “Movimento Juntos Somos+ Fortes” (Sindpoc, Unipol, Assipoc, Aepeb e Sindpep) promoveram palestra sobre “Assédio Moral no Ambiente de Trabalho”, no auditório da OAB, situado na Praça da Piedade, centro da capital baiana.

Para o auditor fiscal da Receita Federal, André Luiz Souza, o assédio configura-se como um abuso de poder e manifesta-se através da violência física, verbal e psicológica. Segundo o palestrante, as pessoas que, geralmente, desenvolvem a prática do assédio trazem um histórico desde o período da infância. Assim, o assédio enquanto mecanismo de coerção, apresenta-se como um atentado à dignidade da pessoa humana através da utilização de xingamentos, apelidos depreciativos e exposição da imagem dos trabalhadores.

Como exemplo, citou o caso das costureiras, do município de Itabuna, que eram obrigadas pelo proprietário do estabelecimento comercial a retirar as roupas que trajavam para a loja averiguar se haviam furtado peças do vestuário. ” Ninguém é capaz de enfrentar o assédio moral sozinho. É uma luta coletiva. Daí a importância dos sindicatos para fazerem o enfrentamento de uma coletividade”, frisou o especialista, ao ressaltar que as mulheres lideram os índices de vítimas de assédio sexual.

Maria Brito, advogada criminalista, trouxe dados de uma pesquisa acadêmica a qual aponta que 39,2% dos entrevistados declararam que já sofreram algum tipo de assédio nas instituições policiais. Destas, 74,5% se declararam vítimas de assédio moral e 25,5% afirmaram terem sido assediadas sexualmente. Entre os homens, dos 20,1% que reconheceram já terem passado por assédio, 95,6% sofreram assédio moral.

A advogada argumentou que o assédio é um problema de origem cultural e a conivência que existe no ambiente de trabalho ajuda a perpetuar as práticas de assédio. ” Os trabalhadores precisam estar atentos para não serem manobras dos assediadores! Precisamos de uma Segurança Pública mais eficiente e que adoeça menos os seus servidores”, afirmou a palestrante, ao salientar que o processo legislativo é fruto do “amadurecimento social”.

De acordo com a psicóloga Daniele Pinto, o “risco” desempenha papel estruturante na condição laboral do policial e o ciclo composto por “medo, estresse e risco” traz prejuízo à capacidade cognitiva, origina transtorno de ansiedade generalizada, síndrome de Burnout e, muitas vezes, leva o trabalhador ao suicídio. “Na polícia o suicídio é algo muito antigo e não recebe o tratamento devido. A solução é prevenir, cuidar e combater”, pontuou a psicóloga, ao recomendar a obra audiovisual “Suicídio e a farda: o silencioso sofrimento dos policiais no Brasil”. De acordo com dados acadêmicos trazidos pela palestrante, de 1990 a 2000, o Brasil registrou 15 % de casos de suicídio e, no período de 2017 a 2018, o Estado de São Paulo representou 73% da recorrência dos suicídios.

Ascom Sindpoc


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Policiais civis protestam contra casos de assédio moral e sexual na Polícia Civil

Servidores lançaram campanha a nível estadual em frente ao prédio da Polícia Civil

Na manhã desta quarta-feira(4), investigadores, escrivães e peritos técnicos lançaram a campanha “Assédio Não é brincadeira! Denuncie!” que visa denunciar a recorrência dos casos de assédio moral e sexual entre os policiais civis baianos. Os manifestantes protestaram em frente ao prédio da Polícia Civil, localizado na praça da Piedade, centro da capital baiana. A campanha é uma idealização do “Movimento Juntos Somos + Fortes” composto pelo Sindpoc, Unipol, Assipoc, Aepeb-Sindicato e Sindpep.

Um policial que não quer se identificar por medo de represálias, foi vítima de assédio moral ocasionado pelo delegado da unidade em que era lotado. Segundo o servidor, o delegado fazia comentários pejorativos com o objetivo de baixar a autoestima, depreciar a imagem e a conduta do subordinado hierárquico, além das constantes ameaças que sofria cotidianamente. “Ele tentou me depreciar enquanto profissional e enquanto ser humano. Eu ia trabalhar bem vestido e, mesmo assim, a minha forma de me trajar gerava incômodo nele. Comecei a me isolar, ficava no meu canto quieto, os outros servidores começaram a se afastar da minha pessoa por medo de serem perseguidos também”, relata o policial civil, ao salientar que começou a apresentar insônia, depressão e, atualmente, faz uso de medicamentos antidepressivos e é acompanhado pelo psicólogo do Departamento Médico da Polícia Civil (DEMEP).

Nesta quinta-feira(5) será realizado uma palestra sobre ” Assédio no Ambiente de Trabalho” como atividade que integra a campanha ministrada por especialistas das áreas de Psicologia e Direito, no auditório da OAB, Piedade, a partir das 9h.

Confira release e programação:

Movimento Juntos Somos +Fortes promove palestra sobre “Assédio Moral no Ambiente de Trabalho”

Devido aos problemas recorrentes provocados pelo assédio na Polícia Civil, entidades que compõem o “Movimento Juntos Somos +Fortes” (Sindpoc, Unipol, Assipoc, Aepeb e Sindpep) promovem palestra sobre “Assédio Moral no Ambiente de Trabalho”, na próxima quinta-feira (5), a partir das 9h, no auditório da Ordem dos Advogados (OAB- BA), localizado na praça da Piedade, centro da capital baiana. O evento integra a campanha que foi lançada, nesta quarta-feira (4), e tem como objetivo denunciar os problemas de saúde mental originados pelos casos de assédio moral e sexual que atingem os policiais civis baianos. O evento inaugura um ciclo de palestras que irá debater diversas pautas da categoria organizado em parceria com a Ordem dos Advogados da Bahia.

A atividade vai discorrer sobre o conceito de assédio moral, suas formas e como se dá no serviço público, os danos causados à saúde do trabalhador e suas implicações jurídicas.

As palestras serão realizadas através das exposições dos especialistas e relatos dos participantes com o objetivo de fomentar uma interação com o tema abordado e retirar as dúvidas que giram em torno do assunto.

Programação:

1° Palestra:

Tema: “O assédio moral nas instituições “

Horário: das 9hs às 10:15hs

Palestrante:

Advogada Dra Maria Brito

Sinopse:

A advogada Dra. Maria Brito, integrante da Comissão de Direito Criminal da OAB, abordará as formas de configuração do assédio moral, previsão no Código Penal e dificuldades no ambiente de trabalho, destacando a necessidade do olhar interdisciplinar na construção de práticas preventivas dentro das instituições.

Coffee break: 10:15 hs às 10:30 hs

2 ° Palestra

Tema: “Adoecimento psíquico e cuidados em saúde mental “

Horário: 10:30hs às 11:45hs

Palestrante:

Psicóloga Danielli Pinto

Sinopse:

A palestrante irá fazer uma análise sobre as profundas alterações de comportamento que sofrem as vítimas de assédio moral,os impactos psicossociais e os danos causados à saúde do trabalhador de uma forma geral.

Ascom Sindpoc


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Nossa homenageado do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira (4), é o investigador José Cerqueira, lotado na 26ª Delegacia Territorial de Vilas de Abrantes, onde trabalha no Setor de Investigação(SI) da unidade.

Nosso servidor que faz a diferença destaca que o foco do trabalho desenvolvido pelos servidores da região metropolitana consiste no combate ao tráfico de drogas e assaltos a veículos. O servidor salienta que a violência na região metropolitana é ocasionada, principalmente, pelo tráfico de entorpecentes que está associado diretamente aos índices de homicídios. “Atualmente, nós temos os três maiores traficantes de drogas da região presos na nossa unidade. Fruto do trabalho de investigação criminal que realizamos todos os dias sob supervisão da delegada Daniele Monteiro” , comemora o investigador.

O servidor salienta que, desde criança, sempre teve o sonho de ser policial civil e ressalta que a investigação é fundamental à promoção da paz social. “O trabalho de investigação é constante, prestamos um bom serviço à sociedade para promovermos mais segurança às comunidades. Sempre procuro fazer o meu trabalho da melhor forma possível com qualidade, dedicação e honestidade”, destaca.

Nosso talento da semana é casado, pai de dois filhos, e tem como principais hobbies o trabalho na Polícia Civil, frequentar academia e curtir momentos com a família.

Ascom Sindpoc


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“Eduardo era um guerreiro, um ativista social”, lamenta Marlon Santa Rosa, diretor de comunicação do Sindpoc

O servidor possuía uma trajetória de luta em defesa das comunidades carentes de Salvador

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia presta uma homenagem ao investigador Eduardo Cruz, que era lotado na 29ª Delegacia Territorial de Plataforma (Salvador), sepultado, na tarde desta terça-feira (3).

O diretor de comunicação do Sindpoc, Marlon Santa Rosa, destaca que o servidor possuía uma trajetória de luta em defesa das comunidades mais carentes e era um ativista social. “Fiquei muito sentido com o falecimento do colega. Eduardo era um cara ativo, guerreiro e solidário que sempre lutou pelo bem estar do ser humano e sempre se envolveu em causas sociais. Um cara que lutou para conseguir a nomeação da turma de 1997 e de outras turmas”, lamenta Marlon Santa Rosa.

O servidor tinha 44 anos, sofreu um AVC, neste final de semana, onde veio a óbito, na tarde desta segunda-feira(2). O investigador deixa esposa e cinco filhos.

Ascom Sindpoc