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“A Reforma da Previdência representa uma traição aos profissionais da Segurança Pública!”, afirma Presidente do SINDPOC

Segundo o sindicalista, as mulheres policiais sofrerão os maiores prejuízos, caso a Reforma da Previdência seja aprovada

Mais de 5 mil policiais de todos os Estados do Brasil protestaram, em Brasília, na Praça dos Três Poderes, durante o feriado do  2 de julho, contra a Reforma da Previdência. Policiais civis, agentes penitenciários, guardas municipais, federais e rodoviários federais reivindicam os mesmos direitos previdênciários dos policiais militares e das  Forças Armadas.

O Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, destaca que foi realizado um ato político em frente à residência do Presidente Jair Bolsonaro para cobrar  a responsabilidade do gestor com a Segurança Pública do país e a valorização dos policiais, propostas que faziam parte da plataforma política do então candidato à Presidente da República.

” Nós não merecemos receber a pior Aposentadoria  do mundo!  Queremos que o Presidente  desista dessa PEC que vai prejudicar os policiais civis, familiares e toda a sociedade brasileira. Queremos que ele discuta e crie um piso Nacional da Segurança Pública para  valorizar  os trabalhadores que são responsáveis pela Segurança Pública do país. A Reforma da Previdência vai prejudicar, principalmente, as mulheres. Atualmente, são 25 anos de contribuição e 15 anos de atividade policial e, caso a reforma da Previdência seja aprovada, vai aumentar para 40 anos de contribuição e 55 anos de idade. Representa uma  traição aos profissionais da Segurança Pública e às mulheres o Governo não querer reconhecer uma aposentadoria  diferenciada”, alfineta o Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, ao lembrar que saiu uma caravana da Bahia com profissionais da capital baiana, região metropolitana e interior baiano, na segunda-feira(1), para protestar contra a Reforma da Previdência.