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terça-feira 23 maio 2017
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SINDPOC na luta contra a Reforma da Previdência

O SINDPOC nessa semana (entre 12 e 15 de Dezembro), por meio do presidente Marcos Maurício e o diretor Carlos Alberto Alves se fizeram presentes em Brasília para a grande mobilização CONTRA a PEC 287/2016 que além de outros malefícios, retira do texto constitucional a aposentadoria especial por profissão de risco, onde ATUALMENTE as carreiras da segurança pública estão enquadradas.

Ontem  o clima foi conflituoso na plenária da CCJ da Câmara dos Deputados Federais que impediram a entrada dos representantes das Entidades sindicais Estaduais, Regionais (Federações) e Nacionais.

Após discussões na frente da portaria do anexo 2 sobre a entrada e participação de todos na plenária onde foi discutido a admissibilidade da referida PEC, a sessão foi suspensa pela tarde e todas as entidades foram a reunião com o Ministro da Justiça, Alexandre Moraes.

Na reunião se fizeram presentes todas as entidades representativas de policiais civis (investigadores, delegados, escrivães e peritos), federais (agentes, delegados, escrivães e peritos), rodoviários federais, Polícia Legislativa Federal, Guardas Municipais e Agentes penitenciários, além do Conselho dos chefes de Polícias Civis do Brasil, com a participação de 25 Delegados Gerais e 10 Deputados Federais de diversos Estados, que por meio destes foi entregue ao ministro um texto substitutivo retirando da PEC todos os policiais e não apenas os policiais militares, bombeiros e forças armadas.

O Ministro se comprometeu a defender e encaminhar o projeto ao presidente Michel Temer, ressaltando a necessidade de uma  cota de contribuição na situação da previdência, como será feito pelos demais profissionais que atualmente estão fora dessa PEC, como é o caso dos militares (Forças Armadas e Polícia Militar) e bombeiros.

A mobilização Nacional está sendo organizada por todos em Brasília que poderá ocorrer semana que vem com o envolvimento de todos os sindicatos estaduais.

Aqui na Bahia temos que manter forte a operação padrão, que está incomodando o governo do estado (SSP) o qual luta desesperadamente para destruir a União entre os cargos da Polícia Civil, manter o estado de divisão anterior e com isso por fim ao anteprojeto que fora encaminhado pelas entidades em Outubro deste ano.

“Sabemos que muitos problemas entre os cargos ocorrem e continuarão a ocorrer, principalmente quando algum policial Civil esteja ocupando cargo de gestão (titularidade, direção, chefe do SI e Cartório etc), mas temos que focar no bem comum dos policiais civis que hoje é o nosso anteprojeto de REESTRUTURAÇÃO SALARIAL e demais ganhos Gerais” finalizou Marcos Maurício.

VAMOS CONTINUAR COM ESSA FORÇA.

UNIDOS CONQUISTAREMOS MUITO MAIS DO QUE IMAGINAMOS.




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