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sexta-feira 24 novembro 2017
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SINDPOC marca presença em discussão sobre legitimidade da Cobrapol

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O presidente do SINDPOC Marcos Maurício e o secretário-geral Bernardino Gayoso participaram na última sexta-feira (13) de uma reunião, em Brasília, para discutir os rumos da Cobrapol e sua representatividade legal dos policiais civis em âmbito nacional. Representantes de entidades sindicais de todo o Brasil e de federações também participaram do debate.

A reestruturação da Confederação já está sendo discutida por uma comissão específica formada por lideranças nacionais desde março. Ela foi aprovada e criada durante o Confeipol/NE, que aconteceu em Fortaleza (CE). “Que possamos aproveitar a oportunidade para ouvir as propostas que o presidente da Confeipol Jânio Gandra tem para nos apresentar a fim de fortalecer a luta dos policiais do Brasil”, disse Bernardino Gayoso.

Segundo Gandra, é necessário formalizar a entidade urgentemente. “Para que a Confederação não venha a ser extinta por falta de requisitos mínimos para sua formação, que é ter em sua base ao menos três federações filiadas”, ressaltou o presidente.

As discussões foram acaloradas e cada representante pode expor sua opinião sobre o modelo adequado a ser implementado e quais exigências deveriam ser feitas para que a Cobrapol pudesse continuar representando os policiais civis em grau superior. A principal questão foi como legitimar a Cobrapol como uma entidade forte e respeitada no movimento de luta e defesa dos policiais civis de todo o país, já que no momento isso não ocorre em decorrência de divergências. Talvez com uma reestruturação organizacional no bojo de sua diretoria e presidência esses desacordos possam ser sanados.

Para Marcos Maurício é preciso consolidar a Organização. “Nossas demandas não podem esperar até que a polícia afunde no cenário nacional. Os policiais nos estados aguardam por um entendimento”, salientou ao apresentar a sugestão de que a Cobrapol deverá fazer uma reunião de seu conselho deliberativo para definir, aprovar e registrar ata em cartório com os seguintes pontos: Publicar edital convocando as federações para filiarem-se; reunir as federações para elaborar a reforma do estatuto; e convocar um congresso para aprovar essas alterações estatutárias. Depois disso, convocar eleições da Confederação, onde somente membros das federações poderão compor chapa e disputar. O atual presidente não poderá concorrer.

Após ser considerada eficiente a proposta foi aprovada por todos os participantes. O presidente da Feipol/CON – Regiões Centro-Oeste e Norte Divinato da Consolação afirmou que a sugestão será apreciada no XI Confeipol/CON, que acontece nos dias 2,3 e 4 de dezembro em Brasília.

ASCOM SINDPOC




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