SINDPOC Itinerante visita Coordenadorias de Teixeira de Freitas e Eunápolis

Os encontros colocaram em pauta a Reestruturação Salarial, as Promoções Extraordinárias e a Reforma da Previdência

Através do projeto  “SINDPOC Itinerante”, o diretor do SINDPOC, Roberto Cerqueira, nesta semana, visitou as Coordenadorias de Teixeira de Freitas e Eunápolis, localizadas no Extremo Sul da Bahia, com o objetivo de apresentar aos servidores da região as propostas de Reestruturação Salarial, Promoção Extraordinária, entre outras demandas da categoria, a exemplo da Reforma da Previdência. Durante as reuniões, os  policiais civis abraçaram as propostas e resolveram se filiar  ao SINDPOC

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O diretor Roberto Cerqueira salientou que a PEC 006/2019 contemplou apenas as forças armadas e os militares e os demais profissionais da Segurança Pública foram excluídos. ” Caso não sejam feitas as modificações nas Comissões Especiais, vamos ter muitas perdas, inclusive, direitos conquistados há décadas”, lamentou o sindicalista. O dirigente sindical destacou que o diálogo é a tônica da nova diretoria que está realizando uma gestão horizontalizada a qual os associados podem apresentar sugestões que serão analisadas pela diretoria. O sindicalista frisou que a escolha da identidade visual do SINDPOC foi deliberada pelos próprios associados e ressaltou a importância do trabalho que está sendo desenvolvido junto aos parlamentares do Estado. ” Estamos procurando diversos parlamentares para abrirmos um canal de negociação com o Governo do Estado e,assim, podermos discutir a campanha salarial que é extremamente importante à categoria”, frisou o diretor Roberto Cerqueira. ASCOM SINDPOC  

Sindicato com 400 mil policiais ataca Bolsonaro: “Ele nos abandonou

Categoria promete manifestação em Brasília na próxima terça (21), entendendo que presidente virou as costas para quem ajudou a elegê-lo

Uma das principais forças de tração para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) chegar ao Palácio do Planalto, os agentes de segurança centralizam agora um nódulo de tensão no governo. Com um distanciamento desencadeado logo após as eleições de 2018, a carreira encampa uma manifestação para a próxima terça-feira (21/05/2019) e vive o momento de maior atribulação com o pesselista.

O combustível para a crise são as mudanças propostas pelo governo na aposentadoria da carreira. Atos em estados se estendem desde o início do mês. Sabendo dos riscos de ter como inimigos os agentes de segurança, integrantes do alto escalão do governo tentam — até o momento sem sucesso — amenizar o clima.

Na última terça-feira (14/05/2019), entrou em campo o secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Ele tentou convencer representantes da União dos Policiais do Brasil (UPB) da necessidade de mudanças no sistema previdenciário.

Decepção e abandono

Após a reunião, André Luiz Gutierrez, presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), uma das 28 entidades representativas da UPB, conversou com o Metrópoles. Ele é o mobilizador nacional do ato da próxima semana.

“Não vamos recuar da manifestação. Isso é para mostrar o descontentamento com o presidente Bolsonaro por ele ter nos abandonado, numa postura diferente do que aconteceu em campanha. Ele prometeu que seríamos valorizados. Agora, com a reforma da Previdência, ele está tirando direitos conquistados ao longo de décadas”, criticou.

Para Gutierrez, a impressão que fica é que o presidente traiu a categoria ou pelo menos tem virado as costas aos policiais. “Votamos, trabalhamos em massa e buscamos votos para ele. Até hoje, não conseguimos falar com o presidente. Estamos decepcionados, nos sentindo abandonados”, completa.

Juntas, as entidades que compõem a UPB representa mais de 400 mil agentes de segurança pública, reunindo policiais federais, civis, escrivães, peritos e criminalistas, entre outros profissionais da área. Na próxima terça, a expectativa é que mais de 5 mil pessoas participem da manifestação na Esplanada dos Ministérios.

Também sobram críticas para a atuação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que é considerado omisso e de difícil traquejo. “Ele não tem se manifestado. Ele mesmo disse que não é político. Nem conversar ele conversou. Para ministro, ele é um excelente juiz. Enviamos um ofício para termos uma reunião e até hoje não tivemos respostas”, reclama Gutierrez.

Lista de reivindicações

Os primeiros indícios de que a relação entre policiais e Bolsonaro azedou veio em novembro de 2018 — um mês após a vitória do pesselista nas urnas. À época, a UPB enviou ao então presidente eleito uma carta pública com diversas reivindicações relativas à Previdência.

Os policiais brigam pela manutenção da atividade de risco, pensão integral por morte, regras de transição justas, idade mínima de aposentadoria diferenciada para homens e mulheres e integralidade e paridade dos vencimentos na aposentadoria, como foi acordado com as Forças Armadas.

“Precisamos ter um tratamento desigual, porque somos desiguais. Os militares treinam para uma guerra, nós vivemos uma guerra diária. Cito um exemplo: se o policial morre e deixa um esposa com menos de 40 anos, ela terá pensão de quatro meses e depois que se vire. O discurso na campanha era outro”, frisa Gutierrez, ao pontuar que esteve pessoalmente com Bolsonaro.

Essa não é a primeira vez que policiais fazem atos contra o atual mandatário do Palácio do Planalto. Em fevereiro, a categoria realizou atos semelhantes no Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek e na Esplanda dos Ministérios. Movimentos do tipo estão ocorrendo desde o último dia 6. Estados como Rio Grande do Sul e Goiás já tiveram protestos dos integrantes das forças de segurança pública.

Fonte:https://www.metropoles.com/brasil/servidor-brasil/sindicato-com-400-mil-policiais-ataca-bolsonaro-ele-nos-abandonou

Banco de Talentos: servidor desenvolve trabalho nas redes sociais com foco na valorização dos policiais civis baianos

O nosso quadro ” Banco de Talentos” traz, nesta quarta-feira(15), a história de mais um policial civil que faz a diferença.

O nome dele é Vinicius Aguiar, 31 anos, investigador lotado na Delegacia de Furtos e Roubos, localizada na Baixa do Fiscal, centro da capital baiana. o servidor foi nomeado em 2016, é formado em Ciências da Computação e está concluindo a graduação em Direito. Possui Pós-graduação em Ciências Criminais.

Antes de ingressar na Polícia Civil trabalhou, durante oito anos, como Analista de Sistemas. Ao longo desse período, desenvolveu software para sistema de automação industrial e internet bank e já atuou também como Agente Penitenciário, no Complexo Penitenciário de Salvador.

Nosso servidor desenvolve um trabalho junto ao grupo @policiacivilba no Instagram o qual tem como foco a valorização dos policiais civis baianos. As ações do grupo @policiacivilba visam conscientizar a população sobre a importância da Polícia Civil à sociedade. Já produziram três vídeos que abordam o papel desempenhado pelos policiais civis em defesa dos cidadãos e está prevista a realização de mais três obras audiovisuais.

“Acho importantíssimo esse quadro Banco de Talentos que está sendo realizado pelo SINDPOC. Durante muito tempo a gestão estadual vem valorizando apenas os outros cargos.Os investigadores, escrivães e peritos papiloscopistas sempre foram vistos como coadjuvantes, sem receberem o verdadeiro crédito pelo trabalho realizado. Até a própria Polícia Civil pode aproveitar as habilidades dos servidores que estão sendo expostas pelas matérias produzidas pelo Banco de Talentos”, comemora o servidor Vinicius Aguiar.

ASCOM SINDPOC