Novidades
Investigador de Presidente Tancredo Neves conquista 1º lugar no “Melhores do Ano 2025”
Diretores do Sindpoc visitam a 28ª DT de Amaralina
Emissão gratuita da nova Carteira Nacional de Identidade para policiais civis
Sindpoc celebra conquistas da categoria em Cruz das Almas
Jurídico do Sindpoc promove investigador para Classe Especial
Lavagem do Bonfim: " Celebramos a conquista da Integralidade e da Paridade !"
Entidades discutem produção de peças publicitárias da campanha "Assédio na Polícia Civil não é brincadeira! Denuncie!"
- Por Administrador
- 18 julho 2019 22:45
Com o objetivo de promover uma campanha que denuncie os casos recorrentes de assédio que acontecem na Polícia Civil,
representantes do SINDPOC, UNIPOL, AEPEB- Sindicato e ASSIPOC se reuniram, nesta quarta-feira(16),na sede da Agência "Gênesis Comunicação e Marketing", do jornalista Robson Hamil, onde debateram a concepção das peças publicitárias e o planejamento de comunicação da campanha que será realizada em Salvador e no interior baiano.
Para o Presidente da Associação dos Investigadores (ASSIPOC), Ary Alves, a realização de uma campanha que vise combater os diversos tipos de assédios que acontecem na Polícia Civil da Bahia é responsabilidade das entidades que representam os servidores. " Quando o investigador é cortado da escala extra por ter uma opinião divergente do seu chefe, isso é um assédio moral! Quando o investigador é transferido sem ser consultado porque o seu chefe não gosta dele, isso também é assédio moral!", pontua Ary Alves.

O Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, ressalta que as vítimas de assédio tem medo de fazerem a denúncia por causa da repressão institucional. "A campanha através das peças publicitárias e do trabalho de comunicação tem como objetivo encorajar os servidores a fazerem as suas denúncias. Os servidores precisam acreditar que eles serão acolhidos pelas entidades e pelos órgãos públicos ", frisa Lopes.
De acordo com o representante da UNIPOL, Denilson Neves, diversos servidores apresentam problemas de depressão, síndrome do pânico e chegam a cometer suicídio devido ao assédio que sofrem dentro da Polícia Civil. " O assédio não é uma exceção na Polícia Civil, infelizmente, é uma regra! É algo que acontece cotidianamente! O assédio está por trás de muitas pessoas que estão em processo profundo de depressão e que chegam ao suicídio", salienta Denilson Neves.
O Presidente da Associação dos Escrivães do Estado da Bahia (AEPEB-Sindicato), Luiz Carlos de Souza, destaca que o assédio manifesta-se também nas "usurpações das funções" que ocorrem com frequência na Polícia Civil. "Muitas vezes, o escrivão em vez de assessorar, acaba fazendo o trabalho que seria do delegado e isso não ocorre porque eles querem, não é por livre iniciativa dos servidores, mas porque eles são coagidos. Quando o servidor se nega a fazer o serviço que não é sua função, ele ainde sofre com as perseguições e remoções ilegais! Assédio é crime!" denuncia Luiz Carlos.
ASCOM SINDPOC

Departamento jurídico