Durante evento no DPT, perito técnico destaca importância da “Necropapiloscopia” para identificação de ossadas humanas

O primeiro ” Café com Ciência” deste ano, promovido pelo curso de “Antropologia Florense”, do Departamento de Polícia Técnica da Bahia(DPT), debateu sobre a repercussão […]

sinjdpoc (6) O primeiro ” Café com Ciência” deste ano, promovido pelo curso de “Antropologia Florense”, do Departamento de Polícia Técnica da Bahia(DPT), debateu sobre a repercussão estadual de um caso que, através da técnica necropapiloscópica, conseguiu fazer a identificação da ossada humana, no interior baiano, em apenas 1 dia. O evento ocorreu  na manhã desta sexta-feira(25), na Centro de Estudos  do Departamento de Polícia Técnica(DPT), localizado em Salvador. O público foi composto por peritos técnicos e peritos médico-legais da capital e do interior. O perito técnico  Elson Gonçalves, lotado na 21° Coordenadoria Regional de Polícia Técnica( CRPT) de Itapetinga, responsável pela identificação da ossada humana da jovem Keilane Silva de Oliveira, 13 anos, do município de Itororó, que estava grávida e desaparecida, destacou durante palestra a importância da técnica necropapiloscópica ao processo de identificação dos cadáveres.” O corpo  estava em estado avançado de decomposição. Geralmente, nesses casos, indica-se o exame de DNA. Entretanto, através do exame necropapiloscópico, foi possível conseguirmos identificar o corpo em apenas 1 dia. Com o DNA o resultado iria demorar muito mais tempo para ser obtido”, ressalta o perito técnico Elson Gonçalves, ao salientar a satisfação em realizar um trabalho que, de forma extremamente rápida, ajudou a diminuir a dor e a angústia da família que estava à procura do ente querido. O Segundo Vice-Presidente do SINDPOC e perito técnico lotado na Corregedoria Regional de Policía Técnica( CRPT) de Ilhéus, Diego Messias, o exame necropapiloscópico além de ser rápido, é uma técnica de baixo custo ao Governo do Estado. “O SINDPOC  está atento aos trabalhos realizados pelos nossos peritos técnicos e ao tratamento dispensado pela gestão do DPT a nossos peritos. Fizemos questão de custear o deslocamento de Elson Gonçalves de Itapetinga à Salvador para que pudesse participar do evento.  Vamos contribuir, sempre que possível, para que novas técnicas de identificação sejam implementadas e compartilhadas, além de lutarmos pela valorização dos  nossos peritos”, pontua o dirigente sindical. ASCOM SINDPOC