Em carreata, profissionais da Segurança Pública homenageiam Moisés Oliveira Matias

O servidor faleceu na semana passada vítima de um infarto

Viaturas da Polícia Civil, Polícia Militar e do Departamento de Polícia Técnica ( DPT) saíram em caravana pelas ruas de Guanambi, região Sudoeste da Bahia, para homenagear o servidor Moisés Oliveira Matias que faleceu na última quarta-feira(25), aos 62 anos, vítima de um infarto. A carreata foi realizada às 10h, na quinta-feira(26), e saiu em direção à antiga delegacia que, atualmente, serve como local de custódia dos presos.

O servidor possuía 41 anos de Polícia Civil. Em 1978 trabalhou como motorista policial e, em 1979, prestou concurso para Agente de Polícia do Estado da Bahia o qual obteve aprovação no certame e ingressou na carreira de investigador. Depois o servidor foi promovido aos cargos de detetive, inspetor de polícia e comissário de polícia.

Foi lotado por um período em Salvador nas Delegacias de Repressão a Furtos e Roubos( DRFR), Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), entre outras da capital baiana.

Depois foi trabalhar em São Francisco do Conde, Simões Filho, Vitória da Conquista e finalizou a carreira na Delegacia Territorial de Guanambi, onde iria completar 20 anos de serviços prestados.

“Foi uma grande perda não apenas à Polícia Civil, mas para todo o conjunto da Segurança Pública do Estado. Ele amava o que fazia, era apaixonado pela Polícia. Trabalhava com honestidade, dedicação, responsabilidade, respeito e honra”, lamenta João Oliveira Matias, irmão do servidor e investigador também lotado na Delegacia Territorial de Guanambi.

Ascom Sindpoc

Crime 113 Sul: presidente do Sindpep comemora decisão do STF em reconhecer laudo elaborado por papiloscopistas

O crime ocorreu em 2009 e a filha é a principal suspeita do triplo homicídio

Durante julgamento de Adriana Villela, acusada de ter assassinado os próprios pais, o ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, a mãe a advogada Maria Villela e a funcionária da casa, Francisca Nascimento Silva, a 1° Turma Criminal do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a legitimidade do laudo elaborado por peritos papiloscopistas que identifica as digitais da suspeita encontrada em uma janela do apartamento.

Para a Presidente do Sindpep, Clarissa Gomes, o triplo homicídio ganhou repercussão na imprensa devido ao fato da principal suspeita ser a filha do casal. “Um laudo feito pelo Instituto de identificação tem as informações digitais de Adriana na cena do crime provando que ela esteve no local. O que a defesa irá tentar fazer é um habeas corpus no sentido de descaracterizar o laudo como uma prova científica. O habeas corpus foi impetrado pedindo a anulação do júri, ou seja, que Adriana não fosse a julgamento pelo júri popular pelo fato de que o laudo não teria o rigor científico necessário” , conta a Presidente do Sindpep.

Entretanto, a 1° Turma Criminal do Supremo Tribunal Federal( STF) validou o trabalho realizado pelos peritos papiloscopistas. Clarissa Gomes comemora o resultado do STF que legitima o laudo enquanto prova pericial oficial. ” O Ministério Público provocou a turma a se pronunciar e a maioria decidiu que o laudo produzido pelos papiloscopistas é oficial e feito por um profissional de carreira. Os papiloscopistas foram legitimados enquanto peritos oficiais”, pontua.

Ascom Sindpoc