Através da parceria com o SINDPOC, empresa beneficia filiados com diagnósticos de saúde gratuitos

A consultoria irá ser realizada nas unidades da capital baiana e do interior

Policiais civis que são filiadas ao SINDPOC não irão pagar pela consultoria que será realizada nas unidades da Polícia Civil de Salvador e do interior baiano pela empresa Mongeral Aegon que trabalha com plano de seguro de vida, seguro para invalidez e seguro em diagnóstico de doenças graves como câncer, AVC, infarto, perda da fala, da visão, da audição, ou perda da mobilidade dos membros superiores ou inferiores, insuficiência renal crônica, cirurgia de ponte de safena, transplante de coração, transplante de fígado, de medula, pâncreas, pulmão,rim e Alzheimer.

Caso o associado seja diagnosticado com uma dessas doenças, após a apresentação do laudo médico, recebe o capital segurado para desenvolver o melhor tratamento. O valor do plano é a partir de R$50,00 mensais, de acordo com o perfil do sindicalizado, e cobre os três tipos de seguros. A previsão é que o convênio com o SINDPOC comece a entrar em vigor a partir de 17 de julho.

A gerente comercial da empresa Mongeral Aigon, da unidade de Salvador, Katiusta Sena, destaca que a  empresa atua dentro de um modelo de consultoria que visa atender as necessidades de cada família, de forma individualizada. 

” A Mongeral começou a atender  em 1835 com foco na proteção dos servidores públicos, principalmente, os policiais civis e militares. Já temos uma história e trajetória nessa área. Somos  especialistas em seguro de vida e Previdência e temos 184 anos no mercado. Somos o terceiro CNPJ mais antigo do país em atividade ininterrupta”, salienta.

Para maiores informações: 

( 71)98157- 8253/
www.mongeralaegon.com.br

Interessados em trabalhar como consultores da empresa: www.selecao.mongeral.com.br

Policiais civis filiados ao SINDPOC são beneficiados com descontos de 12% em cursos na área de Segurança Pública

A parceria contempla filiados de Salvador, região metropolitana e interior baiano

Policiais civis filiados ao SINDPOC são beneficiados com descontos de 12% nos cursos fornecidos pela Escola Baiana de Formação de Vigilantes(EBF). A parceria contempla os servidores, filhos, cônjuges,  parentes ou amigos que poderão se matricular nos cursos de formação e reciclagem de vigilante, carro forte, escolta armada e segurança pessoal privada e de grandes eventos, todos com desconto de 12%.

A ideia da parceria é beneficiar tanto os policiais civis de Salvador como do interior baiano. As aulas presenciais serão realizadas na sede de Salvador e de Eunápolis.Os servidores de outras regiões e que desejam fazer o curso, não irão arcar com despesas de hospedagem, ficarão nos alojamentos disponibilizados  pela instituição. A matrícula deve ser feita mediante a presença do servidor ou através da apresentação do documento de identificação funcional. Os servidores que precisarem utilizar o estand de tiro será disponibilizado, gratuitamente, mediante agendamento prévio.

O sócio-diretor da empresa, Silvio Oliveira,  ressalta a importância dos empresários brasileiros reconhecerem  o trabalho desenvolvido pelos profissionais da Segurança Pública em prol da sociedade civil. 
” A gente tem que retribuir o que esses profissionais fazem por nós!  De alguma forma precisamos demonstrar nosso respeito aos policiais que tanto lutam em nossa defesa”, salienta Silvio Oliveira.

O associado ao SINDPOC, Reonei Menezes, acredita que a qualificação irá ajudar na  geração de emprego e renda aos familiares dos policiais filiados ao SINDPOC. “Os filhos podem estar desempregados, as esposas sem renda, a capacitação que será adquirida com os cursos, com certeza, vai ajudar no orçamento das famílias”,frisa o associado ao SINDPOC.

O Diretor Parlamentar do SINDPOC, Érico Araújo,  ressalta que é fundamental o investimento na qualificação dos servidores e dos familiares. “Essa é uma parceria de grande valia porque nós vamos investir na qualificação  para que os familiares tenham dias melhores. É uma oportunidade de poderem adquirir uma profissão e espaço no mercado de trabalho”, salienta o diretor Érico Araújo.

Para maiores informações:
3392-3677
www.ebfescola.com.br 

ASCOM SINDPOC

SINDPOC repudia postura da Caixa Econômica em impedir acesso de investigador e avisa que irá exigir punição

Através do setor jurídico do SINDPOC, o policial irá mover Ações cíveis e criminais para exigir punição e reparação pelo ocorrido

O investigador Jefferson Novaes, lotado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Salvador, teve acesso negado a agência da Caixa Econômica Federal, da cidade de Jaguaquara, pelo segurança da instituição e gerente responsável sob a alegação de que o policial portava arma de fogo. O servidor estava acompanhado pela mãe e pela ex-esposa e, mesmo após ter apresentado a carteira funcional que o identificativa como  Policial Civil, continuou impedido de entrar na agência bancária, em situação de constrangimento público. O porte de arma de fogo em locais públicos e privados, fora do horário do expediente, é garantido pelo normativo jurídico.  

Segundo a Instrução Normativa 01, de 18 de setembro de 2017, ART 10°  “Os policiais civis tem direito de portar arma de fogo mesmo fora do serviço em locais onde haja aglomeração de pessoas em  eventos de qualquer natureza tais como no interior de igrejas, escolas, estádios desportivos, clubes públicos e privados e deve fazê-lo de forma discreta sempre que possível visando evitar constrangimento a terceiros”. 

Através do setor jurídico do SINDPOC, o investigador irá mover uma Ação por danos morais provocados pelas posturas inadequadas do segurança e do gerente do estabelecimento.  “Todas as vezes que vou ao banco e me identifico como policial, sempre tenho minha entrada liberada. Essa foi a primeira vez que fui impedido de entrar em uma  agência por estar armado. Fui colocado em uma situação extremamente constrangedora, todas as pessoas que estavam na hora ficaram olhando para mim como se eu fosse um marginal”, denuncia o servidor.

O Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, avisa que o  jurídico do sindicato irá protocolar Ações civis e criminais para exigir punição e reparação pelo ocorrido. “Os danos foram provocados ao servidor injustamente e de forma totalmente equivocada, sem levar em consideração o aparato jurídico que assegura o direito do policial de portar armas de fogo, fora do horário de serviço. Não admitimos que esse tipo de fato volte a ocorrer novamente”, salienta o Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes.