Banco de Talentos: “a experiência na DEAM marcou minha vida!”, destaca o escrivão Marcelo Bispo

Há 15 anos exercendo a função de escrivão, Marcelo destacou momentos durante o trabalho na Polícia Civil que lhe serviram como lições de vida

Nosso homenageado do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira (23), é o escrivão Marcelo Silva Bispo, 44 anos, formado em Matemática com ênfase em Informática e pós-graduado em Matemática Financeira e Estatística. Atualmente, exerce a função de Coordenador do Cartório Regional da 9ª COORPIN de Jequié.

Servidor da Polícia Civil há 15 anos, Marcelo já passou por alguns cargos durante sua trajetória na PC. Em 2004, deixou de ser sargento da Polícia Militar e dedicou a vida ao trabalho como escrivão e já passou por diversos setores. “Já trabalhei em vários setores. Já fui do plantão, depois administrativo, centro operacional e agora estou no cartório regional, onde atuo na parte administrativa da Polícia Civil”, explicou.

Ao longo dos 15 anos de serviço, Marcelo relembrou os sete anos que trabalhou na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), em Jequié, e ressaltou que todos os policiais civis deveriam ter, pelo menos, uma passagem pela delegacia. “Eu acho que todo policial civil deveria trabalhar na DEAM porque você aprende muita coisa. Você lida com a vulnerabilidade dos outros, lida com a violência doméstica que é realizada às mulheres, pessoas idosas e crianças. Eu era muito machista e depois que fui para DEAM a minha concepção mudou bastante.Foi uma experiência que marcou minha vida”, enfatiza o escrivão.

No atual trabalho, onde assumiu em 2017, o servidor é responsável por todas as demandas solicitadas pelos policiais civis de Jequié: férias, folha de pagamento, Promoções, solicitação de aposentadoria, entre outras.

“Na Polícia Civil eu desempenho a minha função com muito orgulho. Eu gosto do que faço e tenho prazer em realizar o meu trabalho porque quando você faz o que gosta, tudo fica mais fácil”, acrescentou Marcelo.

Marcelo Bispo ressalta que o quadro Banco de Talentos do Sindpoc ajuda na integração entre os servidores. “Apesar da instituição aqui em Jequié não ser muito grande, nós não temos a oportunidade de conhecer a todos e saber o que cada um pensa”, disse o homenageado.

Nosso talento da semana torce para os times do Vitória e Flamengo, é casado, ama ir à praia e sempre aproveita o tempo livre para se dedicar às três filhas.

Ascom Sindpoc

Banco de Talentos: “ o escrivão precisa ter a malícia”, afirma o escrivão Ernando Evangelista

Com pedido de aposentadoria em andamento, o servidor frisa a importância do trabalho que desenvolve como escrivão e destaca as habilidades que foram desenvolvidas ao longo dos 30 anos de serviço na Polícia Civil

Com pedido de aposentadoria em andamento, o servidor frisa a importância do trabalho que desenvolve como escrivão e destaca as habilidades que foram desenvolvidas ao longo dos 30 anos de serviço na Polícia Civil

Nosso homenageado do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira (16), é o escrivão Ernando Evangelista, 57 anos. O servidor atua há 30 anos na Polícia Civil e, atualmente, está lotado no Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), da capital baiana.

Em três décadas trabalhando como escrivão, Ernando aprendeu e desenvolveu diversas habilidades. Após os 30 anos de atividade laboral, consegue identificar quando alguém está mentindo, mas destaca que não dá para ser técnico o tempo todo.

“Tem que ter um pouco da polícia porque o escrivão precisa ter a malícia. Mas a gente aprende a identificar quem está mentindo ou quem não cometeu o crime”, afirma o servidor.

Além das habilidades adquiridas, Ernando diz que o trabalho de escrivão ultrapassa os limites do cargo e tem um pouco de Serviço Social. “Aprendi que nem tudo pode ser levado a ponta de faca. A gente aprende a compreender os motivos que levaram determinada pessoa a cometer um crime, não digo os mais graves, mas alguns eu compreendo. Muitas vezes a pessoa aparece para registrar uma queixa, mas, no final das contas, ela só quer alguém para desabafar. Isso nós também aprendemos”, pontua.

O escrivão ressalta a relevância do quadro “Banco de Talentos” e salienta “que é uma forma de prestigiar quem deu uma vida inteira sendo servidor da Polícia Civil, principalmente, para quem desempenha a função de escrivão”, ao ressaltar que o cargo poderia ser mais valorizado do ponto de vista financeiro.

“Todo mundo reconhece a importância da figura do escrivão, embora ainda não tenha o reconhecimento salarial que merece. Deveria ter uma gratificação melhor”, frisa Ernando.

O homenageado desta semana é casado, tem dois filhos, gosta de viajar, ama ir à praia, é torcedor do ” Bahia”, e o seu maior hobbie é cultivar hortaliças e plantas.

Já chegou a cursar as graduações de Direito e Economia, de forma simultânea, mas, por causa de problemas pessoais, precisou trancar as duas faculdades na metade da formação.

Nosso talento da semana já fez a solicitação da aposentadoria e aguarda ansioso pelo tão sonhado dia em que vai se aposentar. “Já estou na fila dos futuros aposentados”, brinca o escrivão.

Ascom Sindpoc

Banco de Talentos: “o trabalho de investigação exige estratégias”, ressalta o investigador Nilvan Silva

Com quase 20 anos trabalhando como investigador na Polícia Civil, Nilvan destaca a experiência como Coordenador de SI e ressalta a importância do trabalho investigativo

Nosso homenageado do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira (9), é o investigador Nilvan Silva Simas, 44 anos, graduado em Geografia e Direito e pós-graduando em Processo Penal pela Faculdade Educacional da Lapa (FAEL), em Feira de Santana. O servidor possui 19 anos de Polícia Civil, e, atualmente, é lotado na 1ª Delegacia Territorial de Feira Santana vinculada à 1ª Coordenadoria Regional do Interior (Coorpin).

Durante 12 anos exerceu a função de Coordenador de Serviço de Investigação da Polícia Civil e resume a experiência em uma frase: “o investigador precisa ter estratégias”.

Responsável por Coordenar o setor, Nilvan precisou criar estratégias e adaptações para desvendar grandes crimes no município da “princesa do sertão”.

O servidor destaca ainda a importância da investigação elucidar a autoria dos crimes para mostrar a sociedade a importância do trabalho realizado pela Polícia Civil e, assim, fortalecer os laços já estabelecidos entre sociedade e instituição.

“Além da Polícia Civil, o trabalho de investigação também fortalece outras instituições como, por exemplo, o Ministério Público, ou até mesmo o auxílio na autenticação das provas de um crime para o juiz. O nosso trabalho de investigação é aprimorar ao máximo para facilitar os outros órgãos na decisão final”, pontua o investigador Nilvan, ao enfatizar a importância do “respeito aos colegas de trabalho, à hierarquia, à disciplina e à vida do próximo”, pontua o investigador Nilvan Simas.

O investigador é casado, tem duas filhas, é músico, gosta de tocar teclado e violão, adora praticar esportes e assistir “uma boa partida de futebol”, apesar de declarar que “não torce para nenhum time”.

Ascom Sindpoc

Banco de Talentos: “já nasci Bahia! O ano que eu nasci, o Bahia foi campeão!”, brinca Arnaldo Ferreira

Prestes a se aposentar, escrivão declara que “não perde” um jogo do “time do coração” na Fonte Nova

Nossa homenageado do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira(2), é o escrivão Arnaldo Ferreira dos Santos, 73 anos. O servidor possui uma longa trajetória na Polícia Civil, ingressou em 18 de Maio de 1982, completou 37 anos de serviços prestados ao Estado no cargo de escrivão.

Nosso servidor que está prestes a se aposentar, foi lotado em diversas unidades da capital baiana: 4 DT de São Caetano, 9° DT da Boca do Rio, 2° DT da Liberdade, Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos(DRFV),12ª DT de Itapuã e, atualmente, é lotado na Delegacia de Proteção ao Turista (DELTUR) onde trabalha na Coordenação do cartório substituindo, temporariamente, uma servidora que está de licença.

Graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Arnaldo Ferreira ressalta que durante a carreira de escrivão adquiriu conhecimento e, ao mesmo tempo, ensinou também. ” Eu tanto aprendi, como ensinei! Muitos escrivães passaram pelo meu crivo. Aprendi a consolidar laços de amizade com os colegas independente dos cargos ou posição”, pontua o escrivão.

Para nosso servidor que faz a diferença, o policial deve sempre ter a preocupação com o aspecto social que permeia o cotidiano de uma unidade. “Não devemos ser apenas policiais, precisamos aplicar a Psicologia, observar a situação na qual a pessoa se encontra no momento. Temos que procurar sempre ajudar”, ressalta o escrivão, ao lembrar que diversas vezes precisou “aconselhar” pessoas que procuraram a unidade para registrar Boletim de Ocorrência e passavam por problemas familiares. “Na verdade, não eram casos para Polícia. Eram muito mais problemas de ordem pessoal e os cidadãos às vezes confundem as coisas, estavam precisando muito mais de uma palavra de conforto”, salienta.

Arnaldo Ferreira defende que o trabalho de escrivão deve ser imparcial para abordar com isonomia todos os envolvidos nos fatos. “Temos que fazer o serviço da melhor maneira possível para atendermos a todos da mesma forma, tanto às vítimas, como os autores dos crimes, para que haja imparcialidade e equilíbrio no registro”, argumenta o escrivão.

Nosso servidor que faz a diferença é apaixonado pelo time do Bahia, declara que não perde um jogo na Fonte Nova do time do coração. “Já nasci Bahia! O ano que eu nasci, o Bahia foi campeão!”, brinca Arnaldo Ferreira.

Nosso escrivão é solteiro, tem um filho de 30 anos, e, além da paixão pelo Bahia, tem como principais hobbies viajar e curtir praias.

Ascom Sindpoc