Banco de Talentos: investigadora realiza trabalho social de combate à pobreza no município de Jandaíra

Servidores da 2° COORPIN de Alagoinhas confeccionaram placa para homenagear a investigadora

Nossa homenageada do quadro “Banco de Talentos”, desta quarta-feira(16), é a investigadora Maria Jucemar dos Santos, 66 anos, lotada durante 32 anos e 8 meses na 2° COORPIN de Alagoinhas. Nesse período, trabalhou 12 anos na Delegacia Territorial do município de Jandaíra, onde deparou-se com uma realidade de pobreza e exclusão social que a levou a fundar a Associação Comunitária “É Possível ser Feliz”, em 5 de março de 2009,  para tentar minimizar o quadro de vunerabilidade social, insegurança alimentar, baixa autoestima e dependência química das famílias carentes do município.  

A Associação possui 94 famílias e realiza palestras  com o objetivo de promover um trabalho com ênfase na valorização humana e no sentimento de pertencimento. Além da preocupação com o bem estar psicossocial, a instituição  fomenta a geração de emprego e renda às mulheres do município através de cursos de artesanato gratuitos. A Associação articula a participação das artesãs em feiras de Economia Solidária de Salvador para comercialização dos produtos artesanais e aumento da renda familiar.

Nossa servidora que faz a diferença  participa de cursos voltados à agricultura familiar para repassar o conhecimento às famílias associadas atuando como “multiplicadora social” e pretende construir uma parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) para implementar uma cozinha industrial na sede da associação. “O pessoal de lá é muito carente. Nosso objetivo é elevar a autoestima e tentar garantir o mínimo de dignidade humana”, destaca Maria Jucemar.

A Associação “É possível Ser Feliz” possui  convênio com o Programa “Fome Zero” e distribui, a cada 3 meses, feijão e suco às famílias que são associadas à entidade. 

Além desse trabalho de segurança alimentar e geração de emprego e renda, nossa servidora que faz a diferença encaminha alcoólatras e usuários de drogas para internamento na Casa do Oleiro, do pastor José Raimundo,  localizada em Alagoinhas. ” Conseguimos recuperar várias pessoas! Muitos se libertaram das drogas! Graças a Deus a maioria conseguiu a vitória!”, comemora a investigadora.

Nosso Talento da semana, antes de ingressar na Polícia Civil, trabalhou como professora de matemática e graduou-se em Serviço Social. A recém-aposentada era da turma de 1984 e foi a primeira mulher policial de Alagoinhas, um exemplo às outras mulheres que entraram depois na carreira. ” Foi muito gratificante ! Eu gostei muito da minha carreira! Eu amava minha profissão!”,pontua. Em 2017, recebeu uma medalha na Câmara de Vereadores de Alagoinhas,em  25 de julho, em homenagem ao Dia Nacional Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Nossa servidora que faz a diferença tem como principais hobbies ler e ir à praia.

ASCOM SINDPOC

Banco de Talentos: escrivã é premiada pelo trabalho que desenvolve em prol da Segurança Pública do Sul baiano

A servidora é destaque entre os escrivães da região Sul da Bahia

Nossa homenageada do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira (10), é a escrivã Wilza Leal, 57 anos, lotada na 7ª COORPIN de Ilhéus, 30 anos de Polícia Civil. Nossa servidora que faz a diferença recebeu menção honrosa da Companhia Independente de Policiamento Especializado da Região Cacaueira (CAERC), em 23 de maio deste ano, devido ao trabalho que realiza em defesa da Segurança Pública do baixo  e médio sul baiano.

Nosso talento, desta semana, carrega no currículo duas graduações nos cursos de Pedagogia e Direito e, durante a carreira na Polícia Civil, ministrou aulas na Academia de Polícia (ACADEPOL) com foco na “Prática de Cartório” destinadas aos escrivães, atuou também como supervisora de turmas compostas por investigadores as quais desenvolvia o trabalho de orientação dos relatórios confeccionados pelos servidores e promoveu aulas que tinham como objetivo realizar uma reciclagem dos conteúdos e experiências inerentes ao cotidiano dos escrivães. 

“A gente precisa muito desse trabalho de reciclagem! Às vezes as coisas mudam e nós servidores precisamos acompanhar as mudanças para não ficarmos com o quadro defasado e para termos energia e darmos continuidade com êxito à nossa prestação de serviço”, destaca Wilza Leal.

A nossa servidora, atualmente, integra a Coordenação de um projeto que visa fazer um levantamento relativo às doenças  que mais atingem os  investigadores, escrivães e peritos técnicos durante as atividades laborais, promovido  pelo  SINDPOC em parceria com a Associação dos Professores  Profissionais de Ilhéus(APPI) 

“Estamos empenhados agora nesse projeto o qual pretendemos fazer um diagnóstico das doenças laborais que mais atingem os nossos servidores. A primeira turma vai começar em 1º de agosto e a segunda em 5 de setembro em Ilhéus. Estamos entusiasmados  com a ideia da iniciativa”, comemora a escrivã.

Ao ser questionada sobre o dia a dia de uma mulher escrivã da Polícia Civil, a servidora  responde de forma categórica :

“ser mãe, mulher e policial é  muito gratificante! Vou encerrar minha carreira com muito orgulho do que eu fiz e do que eu faço! Quando entrei na Polícia Civil tomei um certo susto com o quadro, majoritariamente, masculino.No decorrer do tempo, através do profissionalismo e da dedicação, nós mulheres conseguimos nosso espaço”, salienta a escrivã, que está prestes a se aposentar, aguarda a publicação da Aposentadoria no Diário Oficial.

Nossa  servidora é mãe de uma menina,avó de um casal e tem como principais hobbies viajar e estudar.

Banco de Talentos: servidora realiza trabalho social em abrigo de idosos

A servidora promove campanhas de doações ao abrigo “Mansão do Idoso”

Nossa homenageada, desta quarta-feira(3), do quadro ” Banco de Talentos” é a servidora Normizia Alves de Assis, 66 anos, lotada no RH da Polícia Civil, há 43 anos  trabalha como  servidora do Estado, entrou na carreira pública com apenas 23 anos, em 1º de abril de 1976. 

Atualmente, a servidora é Diretora Administrativa do SINDPOC e realiza um trabalho social que consiste na doação de lençóis, agasalhos, fraldas geriátricas, cestas básicas, presentes e materiais de higiene ao abrigo “Mansão do Idoso”,  localizado na cidade de Conceição do Almeida. Inicialmente, Normízia Assis fazia doações a uma idosa do município. Após o falecimento da vunerável, passou a promover campanhas de doações destinadas a ajudar na manutenção do Abrigo. “A instituição é muito pobre, vive de doações, não tem nenhuma ajuda do Governo! Eu só não dou  dinheiro, mas se estiver precisando de alguma coisa, faço de tudo para tentar ajudar”, frisa a técnica administrativa.

Em relação à prematura e longa  carreira na vida pública, Normízia  salienta que foram 43 anos de muito trabalho e dedicação. “Estou como diretora do SINDPOC e tenho gostando muito da experiência, estabelecemos no sindicato relações de respeito e companheirismo”, pontua. Nossa homenageada, desta semana, professa a religião católica, mas faz questão de ressaltar  que “respeita todas as religiões” e tem como principais  hobbies viajar, passear em shoppings e participar de festas tradicionais como São João e carnaval.

Banco de Talentos: investigadora realiza trabalho de inclusão social de crianças e adolescentes na Ribeira

Através do esporte, especificamente dos cursos de judô, a entidade fundada pela servidora há 23 anos, já afastou diversos jovens do mundo das drogas e do crime

Nossa homenageada, desta quarta-feira (26),  do quadro Banco de Talentos,  é a investigadora lotada na Delegacia de Atendimento à mulher( DEAM), de Brotas, Rosilda Correia de Almeida, 59 anos, que desenvolve um trabalho social há 23 anos com crianças e adolescentes no Areal da Ribeira, bairro de Salvador. Devido à preocupação   com os jovens que residem em “locais de risco”, a  servidora   fundou a entidade ” Ação Comunitária Santa Cruz Judô  Clube ” com o objetivo de realizar um trabalho de inclusão social através do Esporte, da prática do judô. A instituição é registrada na Federação Baiana de Judô e na Confederação Brasileira de Judô e diversos alunos  que foram beneficiados com o projeto já conquistaram prêmios baianos, nacionais e internacionais.

É o caso da jovem Luana Maria que ingressou na entidade, aos 13 anos, foi campeã brasileira e ficou em terceiro lugar no campeonato Sul-Americano realizado no Equador. Através de uma parceria  firmada entre a entidade e a Faculdade  de Tecnologia e Ciências (FTC), a jovem lutou por um determinado período como representante da instituição  e, como contrapartida, foi contemplada com uma bolsa de estudos no curso de Direito. Atualmente, Luana Maria trabalha como advogada. 

Outro exemplo da inclusão social promovida pela entidade, é o caso do jovem Albert Ramon, que ingressou aos 13 anos na entidade, e, através de uma parceria  feita entre a “Ação Comunitária Santa Cruz de Judô Clube” e a FTC, foi contemplado também com uma  bolsa de 70% no curso de Enfermagem.  “Albert fez a graduação e hoje em dia trabalha como enfermeiro”, pontua a idealizadora e fundadora Rosilda Almeida.

A servidora destaca que a finalidade do projeto consiste em afastar as crianças e adolescentes do ” mundo das drogas”. 
” Já abrimos nossas portas para muitos jovens. Não cobramos nenhuma taxa. O curso é totalmente gratuito e muitos jovens que passaram pela nossa entidade conseguiram diversos Prêmios na Bahia, a nível nacional e no exterior. Além de terem conseguido entrar na faculdade através das parcerias que construimos com instituições de ensino”,  comemora a investigadora Rosilda Almeida, que possui apenas 4 anos de Polícia Civil, faixa preta 3º DAM, sete vezes consecutivas campeã baiana de judô e 10 vezes  campeã brasileira. 

A nossa policial que faz a diferença ressalta que o judô é um esporte de elite. ” Por isso, eu tive a ideia de fundar a instituição para proporcionar uma oportunidade aos jovens que eu não tive na minha época. Esse  jovens não tinham  facilidade de acesso ao judô. Daí a importância de fazermos esse trabalho em uma área com jovens carentes da Ribeira”, pontua Rosilda Almeida. Além dos treinos de judô, a servidora possui como hobbie viajar pelo interior baiano. Confiram reportagem abaixo do Globo Esporte que homenageia o trabalho desenvolvido pela investigadora da Polícia Civil:

http://globoesporte.globo.com/ba/videos/t/edicoes/v/conheca-um-projeto-social-comandado-por-uma-investigadora-de-policia/4524408/