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Banco de Talentos: “já nasci Bahia! O ano que eu nasci, o Bahia foi campeão!”, brinca Arnaldo Ferreira

Prestes a se aposentar, escrivão declara que “não perde” um jogo do “time do coração” na Fonte Nova

Nossa homenageado do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira(2), é o escrivão Arnaldo Ferreira dos Santos, 73 anos. O servidor possui uma longa trajetória na Polícia Civil, ingressou em 18 de Maio de 1982, completou 37 anos de serviços prestados ao Estado no cargo de escrivão.

Nosso servidor que está prestes a se aposentar, foi lotado em diversas unidades da capital baiana: 4 DT de São Caetano, 9° DT da Boca do Rio, 2° DT da Liberdade, Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos(DRFV),12ª DT de Itapuã e, atualmente, é lotado na Delegacia de Proteção ao Turista (DELTUR) onde trabalha na Coordenação do cartório substituindo, temporariamente, uma servidora que está de licença.

Graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Arnaldo Ferreira ressalta que durante a carreira de escrivão adquiriu conhecimento e, ao mesmo tempo, ensinou também. ” Eu tanto aprendi, como ensinei! Muitos escrivães passaram pelo meu crivo. Aprendi a consolidar laços de amizade com os colegas independente dos cargos ou posição”, pontua o escrivão.

Para nosso servidor que faz a diferença, o policial deve sempre ter a preocupação com o aspecto social que permeia o cotidiano de uma unidade. “Não devemos ser apenas policiais, precisamos aplicar a Psicologia, observar a situação na qual a pessoa se encontra no momento. Temos que procurar sempre ajudar”, ressalta o escrivão, ao lembrar que diversas vezes precisou “aconselhar” pessoas que procuraram a unidade para registrar Boletim de Ocorrência e passavam por problemas familiares. “Na verdade, não eram casos para Polícia. Eram muito mais problemas de ordem pessoal e os cidadãos às vezes confundem as coisas, estavam precisando muito mais de uma palavra de conforto”, salienta.

Arnaldo Ferreira defende que o trabalho de escrivão deve ser imparcial para abordar com isonomia todos os envolvidos nos fatos. “Temos que fazer o serviço da melhor maneira possível para atendermos a todos da mesma forma, tanto às vítimas, como os autores dos crimes, para que haja imparcialidade e equilíbrio no registro”, argumenta o escrivão.

Nosso servidor que faz a diferença é apaixonado pelo time do Bahia, declara que não perde um jogo na Fonte Nova do time do coração. “Já nasci Bahia! O ano que eu nasci, o Bahia foi campeão!”, brinca Arnaldo Ferreira.

Nosso escrivão é solteiro, tem um filho de 30 anos, e, além da paixão pelo Bahia, tem como principais hobbies viajar e curtir praias.

Ascom Sindpoc