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Banco de Talentos: investigador é destaque na elucidação de crimes cibernéticos

Servidor possui larga experiência com investigação em ambiente virtual

Nossa homenageado do quadro Banco de Talentos, desta quarta-feira (11), é o investigador Romualdo Batista de Souza, 46 anos, lotado  no Grupo Especializado de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos (GME), vinculado ao gabinete do Delegado-Geral, Bernadino Brito. O GME está sediado no prédio da Polícia Civil, da Mouraria, centro da capital baiana, onde ficava localizada a antiga ACADEPOL, e, atualmente, local que abriga as Delegacias de Estelionato e Digital.

O servidor há 23 anos trabalha no funcionalismo público da Bahia na área de Segurança Pública. Ingressou na Polícia Militar, em 1996, no cargo de soldado e, em 2004, foi nomeado na Polícia Civil baiana.

Com graduação no curso de “Gestão em Segurança Privada”, bacharelado em Direito, especialização em ” Segurança da Informação”, possui larga experiência em crimes cibernéticos e ministra palestras destinadas a alunos do ensino fundamental, médio e superior.  Entre uma dessas palestras, foi homenageado pelo Colégio Estadual Duque de Caxias, que lhe concedeu certificado de agradecimento ao trabalho de excelência que prestou à instituição.

O investigador destaca que o grupo foi criado com o objetivo de investigar fraudes financeiras,  estelionato, usurpação de propriedade intelectual, praticados na internet por organizações criminosas e outros tipos de crimes ocorridos no ambiente virtual.

“Desenvolvemos as investigações de acordo com os fatos. Determinadas informações só conseguimos mediante ordem judicial. Infelizmente, não dispomos de ferramentas tecnológicas para utilizarmos o processo de investigação. Mas nossa dedicação e interesse em prestar um serviço de qualidade à sociedade compensam. Nos valemos de ferramentas de pesquisa  que encontramos na própria internet, temos experiência profissional, a inteligência policial e as técnicas de investigação desenvolvidas pelas instituições da Polícia Civil”, ressalta.

O investigador salienta que o grupo disponibiliza um trabalho de suporte às delegacias da capital e do interior e, a partir de um trabalho coletivo, os servidores da unidade já conseguiram identificar a autoria de assaltos a coletivos, receptores de aparelhos celulares, de perfis falsos criados em redes sociais, casos de falsidade ideológica,  entre outros tipos de crimes cibernéticos.

“Já fizemos operação de busca e apreensão de sites governamentais e de empresas privadas que foram invadidos por hackers. “Eu gosto muito do que faço! Com o advento da tecnologia, as pessoas acabam sendo vítimas de estelionato, calúnia, difamação, pornografia infantil e  importunação sexual. Os cidadãos nos procuram aflitos em busca de uma solução, de um conforto. Tenho orgulho do trabalho que desenvolvo junto aos meus colegas da unidade”, declara.

Nosso servidor  que faz a diferença é casado, pai de um menino de 16 anos, e tem como principais hobbies curtir momentos com a família, viajar para o Litoral Norte e almoçar em restaurantes.

Ascom Sindpoc