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quarta-feira 20 fevereiro 2019
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“Precisamos acabar com o fosso histórico que existe entre as carreiras da Polícia Civil”, destaca Eustácio Lopes

SINDPOC

O projeto de  Reestruturação  Salarial  e o “fosso” que existe entre as carreiras de investigador,escrivão, peritos papiloscopistas e delegados  foram  discutidos pelos dirigentes do SINDPOC, durante reunião com a Delegada-Geral Adjunta, Heloísa Campos, na tarde desta terça-feira (15).

Atualmente, investigadores e escrivães recebem 29% do salário estabelecido para os delegados. o SINDPOC defende que essa relação seja de 70%. A campanha remuneratória encabeçada pelo SINDPOC  está em conformidade com o §1° do artigo 39 da Constituição Federal e inciso XXIV do art. 41da Constituição Estadual.

O Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, salienta que a Coordenadação de gestão da Polícia Civil precisa entender a necessidade de valorizar todas as carreiras. “Esse fosso histórico gera incômodo na categoria”, frisa.

Na ocasião, o SINDPOC solicitou, também, a implementação da  Promoção Extraordinária para os policiais que ainda estão na Classe 1, apesar de já possuírem os pré-requisitos para serem promovidos à Classe Especial e a correção dos valores pagos pelos plantões diurno e noturno da festa carnavalesca. “Temos  policiais que estão há 18/ 20 anos trabalhando na Polícia Civil e continuam na Classe 1. É necessário fazermos essa correção”. A Delegada-Geral Adjunta, Heloísa Campos, se comprometeu em defender a diminuição do fosso entre as carreiras e fazer a mediação das demandas encaminhadas  pelo sindicato à gestão estadual.

Na semana passada, o SINDPOC realizou uma  audiência com Delegado-Geral, Bernandino Brito, a qual foram  apresentadas e debatidas as pautas reivindicadas pela categoria.

ASCOM SINDPOC




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