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quinta-feira 18 outubro 2018
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Setor jurídico do SINDPOC: 24 horas em defesa dos associados

SETRO JUR3

Nesta semana a sede do SINDPOC recebeu visita de diversos policiais civis de Salvador e do interior baiano que procuraram a entidade com o objetivo de agradecer pelas conquistas  obtidas através do trabalho realizado pelo quadro de advogados da instituição.

Uma das Ações judiciais mais comentadas pelos servidores foi a incorporação dos percentuais de 150% da  Gratificação de Função Policial. Uma vitória considerada  pelos servidores como “histórica” da categoria.

O setor jurídico do SINDPOC atua 24 horas em defesa dos associados. Nesta quinta-feira (24), o Presidente da entidade, Marcos Maurício,  o Vice-Presidente, Eustácio Lopes  e o Secretário-Geral, Bernardino Gayoso, acompanhados pelos  advogados do Escritório Prates Maia, foram à Coordenadoria-Geral da Polícia Civil para garantir o direito à ampla defesa e do contraditório aos dois servidores da (DRACON) que estão  sendo acusados de crime de extorsão.  Em 8 de fevereiro deste ano, os policiais efetuaram mandado de prisão de uma família envolvida com tráfico de drogas, na Avenida Oceânica, Barra. Diante da denúncia,  o Tribunal de Justiça da Bahia decretou prisão temporária de 30 dias dos servidores.

O Presidente do SINDPOC, Marcos Mauricio, destacou que o jurídico do sindicato está à disposição de todos os filiados  para que possam ter o direito à defesa. O  sindicalista  deseja que todos os fatos sejam esclarecidos de forma isenta e que os policiais civis possam apresentar suas versões dos fatos. ”  O SINDPOC tem  uma atuação  constante  em defesa dos policiais civis do Estado. Não estamos querendo encobrir ilegalidades que porventura alguém possa ter cometido. Mas acreditamos que todos possuem o direito de serem defendidos”, frisou  o dirigente sindical.

O Vice-Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, ressaltou que a atividade policial é essencial à sociedade  no combate ao crime.   “Os  policiais não tem nenhum tipo de proteção do Estado durante a execução do trabalho cotidiano. A gestão estadual  deixa o servidor sem amparo legal e nós do SINDPOC temos que cumprir  um papel que seria do Estado”, criticou Lopes.

ASCOM SINDPOC




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