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quarta-feira 22 novembro 2017
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Policiais civis se reúnem para tratar de novas mobilizações

fotopol

De acordo com o presidente do sindicato, Marcos Maurício, informou em entrevista ao Acorda Cidade que o objetivo da reunião foi chamar a categoria em Feira para a mobilização.

Investigadores da Polícia Civil e escrivães da 1ª Coordenadoria de Polícia Civil (Coorpin) se reuniram na manhã desta quinta-feira (9), com o Sindipoc, sindicato que representa a categoria, para tratar diversos assuntos ligados à reestruturação da carreira e o cronograma de mobilizações.

De acordo com o presidente do sindicato, Marcos Maurício, informou em entrevista ao Acorda Cidade que o objetivo da reunião foi chamar a categoria em Feira para a mobilização e convocar a todos para participarem de uma assembleia que será realizada amanhã em Salvador.

“É necessário que a categoria de policial civil seja vista pela sociedade e que ela comece a compreender a nossa tarefa na área de investigação criminal e isso tudo tem um reflexo muito positivo, pois os resultados da investigação hoje são péssimos, mas o sindicato tem lutado incessantemente para criar um novo modelo de investigação para a Polícia Civil para que ela possa dar frutos para a sociedade. A Polícia Civil é eficiente, mas não está sendo eficaz pelo modelo de Segurança Pública que está sendo imposto”, afirmou o dirigente sindical.

Ele informou que a assembleia em Salvador irá discutir todos os pontos da pauta de reinvidicações, que envolvem questões de promoção, reajuste salarial e reestruturação da carreira de policial civil, bem como os próximos passos das mobilizações ao longo desse ano e de 2018.

“O governo do estado emitiu um projeto de lei que trata da questão do reajuste remuneratório. Nós tivemos três anos sem um aumento linear, no reajuste anual. Tivemos uma perda acima de 32% de piso salarial ao longo desse período e ainda por cima o governo federal está querendo impor um aumento da tarifa do fundo de previdência. Isso também vai ter um reflexo na Bahia, porque vai sair de 12 para 14%, e esse aumento salarial que o governo deu de 6% a 10% divididos entre novembro desse ano e novembro do ano que vem não chega próximo do valor do que nós perdemos durante esse tempo”, ressaltou o presidente do Sindpoc.

Ele ressalta que o aumento salarial concedido pelo governo da Bahia às Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros não está dentro do contexto do que espera a categoria dos policiais civis. “Nós queremos reestruturar a carreira, temos um problema muito sério ocorrido desde 2007 que criou um fosso salarial muito grande na carreira, um esmagamento ao longo de 25 anos, e isso tudo queremos reconstruir com esse projeto, que nós emitimos pra ele (governador Rui Costa) no dia 10 de outubro de 2016. O projeto que o governo colocou não chega próximo da metade do que perdemos ao longo de 2015 e poderemos perder em 2018”, disse Marcos Maurício.

Com informações e fotos do repórter Aldo Matos do Acorda Cidade.

Fonte: acordacidade.com.br




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