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quarta-feira 22 novembro 2017
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” Os recorrentes assaltos a ônibus refletem o caos da Segurança Pública baiana”, afirma o Sindicato dos Policiais Civis

onibus

Para o Sindicato dos Policiais Civis do Estado, a recorrência dos assaltos a ônibus na capital baiana,reflete o descaso da Segurança Pública do Estado. O SINDPOC ressalta que, neste ano, Salvador teve 15 ônibus incendiados,2003 registros de assaltos a coletivos e nas rodovias do interior baiano,aproximadamente,500 ônibus assaltados.

Nesta quarta-feira(25), o cobrador Rafael Oliveira dos Santos, teve o corpo parcialmente queimado durante uma tentativa de assalto no bairro do Rio Vermelho. As linhas de ônibus não estão indo até o final de linha do Nordeste de Amaralina,  Santa Cruz e Vale das Pedrinhas para atender os moradores.

O Presidente do SINDPOC, Marcos Maurício, destaca que não existe, atualmente, um modelo que consiga combater a criminalidade e a sociedade fica  refém da bandidagem. ” O Governo está ajoelhado pedindo aos bandidos que não comentam os crimes e a sociedade é que paga o pato!”, frisa  o  sindicalista.

Para Marcos Maurício, o quadro constata uma má gestão da pasta que, anualmente, injeta cerca de R$ 4 bilhões na Segurança Pública do  e, contraditoriamente, implementa poucas ações  efetivas que visem combater o crime.” Os policiais que trabalham no GERC não são valorizados, não tem capacitação e a estrutura de trabalho é péssima. O mais preocupante é que eles não querem mudar esse modelo falido.Como vamos ter resultados diferentes se continuarmos a adotar as mesmas práticas?”, questiona o Presidente do SINDPOC.

O Secretário-Geral do SINDPOC, Bernardino Gayoso, denuncia que os policiais civis do Grupo Especial de Repressão a Roubos a Coletivos (GERC) foram excluídos do Prêmio Por Desempenho do Governo do Estado. ” Os policiais não tem condições dignas para a realização do trabalho de investigação criminal.As pessoas estão perdendo  suas vidas e seus patrimônios com esse caos da Segurança Pública baiana. Precisamos formar um grupo em parceria com os bancários e os rodoviários para discutirmos a atual situação da violência no Estado!”, frisou o sindicalista.

ASCOM SINDPOC




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