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sexta-feira 22 setembro 2017
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Categoria participará de protestos contra a reforma da Previdência

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Em assembleia, categoria deliberou ainda sobre a pauta de reivindicações junto ao Governo do Estado

O SINDPOC, juntamente com a ASSIPOC, AEPEB e demais entidades representativas, promoveu na terça-feira (11) uma assembleia geral conjunta a fim de deliberar diversos assuntos pertinentes à categoria, como a negociação da reestruturação salarial com o governo estadual e a regulamentação do decreto de promoções e ações judiciais, bem como a luta nacional contra a PEC 287/2016, que prevê a reforma da Previdência. O encontro aconteceu no auditório da Associação dos Funcionários Públicos (AFPEB), região central de Salvador, e contou com caravanas de diversos municípios do interior, como Juazeiro, Valença, Feira de Santana, Jequié, Itapetinga, Ribeira do Amparo e Euclides da Cunha.

Na abertura dos trabalhos, o secretário-geral do SINDPOC Bernardino Gayoso pediu que todos fizessem um minuto de silêncio pela morte do investigador Almir Nascimento, lotado na Coordenadoria de Jequié. Em seguida, a categoria deliberou que todos os policiais civis que estiverem de folga deverão participar solidariamente das atividades que serão promovidas pelas centrais sindicais no dia 28 de abril contra a reforma da Previdência. As manifestações devem acontecer por todo o Brasil. Nas unidades de polícia serão distribuídos materiais informando mais detalhes à sociedade sobre o movimento da classe trabalhadora brasileira.

Os servidores avaliaram também todos os pontos apresentados em pauta e decidiram que o projeto de reestruturação salarial deve ser entregue e protocolado na Governadoria, na Assembleia Legislativa do Estado e publicado no Diário Oficial. Eles analisaram ainda a última decisão do Superior Tribunal Federal (STF), que proíbe o movimento paredista aos operadores da Segurança Pública. “Impedir a greve dos policiais é uma decisão equivocada do Supremo, que contradiz a própria Constituição”, salientou o presidente do SINDPOC, Marcos Maurício.

Além disso, foram esclarecidas todas as dúvidas sobre Abono Permanência e comemoradas as promoções que já estão sendo executadas, que são resultados de ações do departamento jurídico do sindicato.

Assistência às famílias enlutadas

Um grupo de viúvas (de policiais) que estava presente na assembleia geral desta terça fez questão de afirmar a importância de ter uma entidade que presta apoio incondicional a quem perdeu os seus maridos. “Conclamo a todas as esposas a virem conhecer o que é o SINDPOC, que conta hoje com atendimento psicológico e de outras áreas de saúde, e também assistência jurídica para nos ajudar em um momento tão difícil”, afirmou Adriana Amorim, esposa do agente de Polícia Civil Paulo Roberto, morto em 2014 em um acidente de carro.

Ascom – SINDPOC

CONFIRA MATÉRIA PUBLICADA NO JORNAL ATARDE, DIA 12/4/2017  




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