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segunda-feira 24 abril 2017
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Diretores do SINDPOC se reúnem com delegado-geral e apresentam demandas da categoria

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Uma nova reunião será agendada para tratar sobre questões do Carnaval

Os vice-presidentes do SINDPOC, Eustácio Lopes e Laércio Reis, juntamente com o diretor executivo Alfrenito Bispo e o secretário-geral Bernardino Gayoso se reuniram na manhã desta quinta-feira (9) com o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia, Bernardino Brito Filho para apresentar uma pauta com assuntos pertinentes à categoria.

As péssimas condições das unidades de polícia foi um dos pontos expostos. Os sindicalistas entregaram ao delegado um arquivo de fotos comprovando o estado precário das instalações desses locais. Eles mencionaram também as constantes ameaças realizadas contra policiais e suas famílias, ocasionando uma pressão psicológica muito grande. Com isso, o serviço estressante somado ao assédio moral podem ser as razões que levam muitos ao suicídio.

“Essa é uma preocupação da qual devemos nos alertar, pois quando nós entramos no serviço público somos avaliados rigorosamente tanto nos aspectos físicos como mental e no desenvolvimento das atividades ficamos doentes, e desta forma a cada dia vamos sofrendo as graves consequências dessas complicações”, ressaltou Bernardino Gayoso ao sinalizar também para o delegado-geral a preocupação do sindicato com a questão da aposentadoria dos servidores de categorias consideradas de risco, como é o caso do policial civil. “Estamos, juntamente com outras entidades de classe representativa dessas categorias, realizando mobilizações contra a PEC 287, que prevê a Reforma da Previdência. Essa é uma causa que precisa ser abraçada por todos”, disse. O novo texto exclui da Constituição Federal o artigo que reconhece a atividade de risco dos profissionais de segurança pública nos critérios de concessão da aposentadoria.

O vice-presidente Eustácio Lopes apresentou um levantamento indicando que através da ordem de alguns gestores, de forma irregular e até irresponsável, muitos escrivães vêm tendo suas atribuições invadidas por “adhoc” (que não são servidores efetivos e policiais). “Pedimos que sejam adotadas providências cabíveis e feita a apuração severa dos casos e punição desses gestores que apoiam atos de ilegalidade”, afirmou.

Já Laércio Reis relembrou situação semelhante vivida por delegados. “No passado, os delegados de Polícia Civil da Bahia brigaram para acabar com os delegados ‘calças curtas’, como eram conhecidas as pessoas que ocupavam esses cargos sem ser concursados”, recordou.

Os diretores sindicais aproveitaram ainda para falar sobre questões envolvendo o Carnaval, mas o delegado-geral ficou de agendar uma nova reunião para tratar do tema e definir pontos relevantes, como valores a serem pagos, alimentação e toda a infraestrutura operacional do evento.

Ascom – SINDPOC

Por Michele Coutinho




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